Se o amor fosse simples, não haveria tantas pessoas tentando defini-lo;
Se o amor fosse simples, não rimaria com dor.
Se amar fosse justo, não combinaria com chorar;
Se amar fosse justo, ainda estaria aqui;
Se amar fosse simples, ainda seríamos os mesmos;
Se amar fosse simples, não seríamos distantes; não seríamos amigos.
1+1 = 2, você diz nas suas equações,
Mas nas minhas, 1+1=1
quarta-feira, 22 de maio de 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Quatro gatos tristes... comendo biscoito.
Coma biscoitos para a sua tristeza.
Chore rios.
Desperte.
Apalpe.
As coisas vão andando, continuando, e só você fica pra trás.
Coma biscoitos para sua tristeza.
Reflita.
Pense, mas não pense demais, porque pensar demais nos leva aos nossos demônios e você vai acabar comendo mais biscoitos para a sua tristeza acabar.
Relaxe.
E coma biscoitos até se acabar.
sábado, 18 de maio de 2013
Nefertiti
Vês que dá do teu sangue?
E que não pões tanta paixão no que precisas?
Que abandonaste as tuas felicidades
Por uma suposta "Qualidade de Vida"?
Não vês que será infeliz?
E pensarás "Por que não fiz o que quis?"
E o arrependimento virá da capa de um livro,
Lhe murmurando um jogral joliz
A alma dissecando...
E quem disse que ela existe?
O carpe diem é o que há, pois a vida é rápida
E válida
O corpo enruga enquanto ganhas dinheiro
E pensarás "Por que não fiz o que quis?"
A procura da felicidade é distorcida...
Dinheiro É Felicidade...
No entanto, sabes que não comprará a pessoa amada
Sabes, apenas, do interesse da futura mulherada...
E elas correrão atrás de ti,
Mesmo sem saber o teu nome,
Mesmo sem saber teus gostos,
Mesmo sem saber que o que procuras,
O que realmente queres,
É o sorriso de Nefertiti.
E que não pões tanta paixão no que precisas?
Que abandonaste as tuas felicidades
Por uma suposta "Qualidade de Vida"?
Não vês que será infeliz?
E pensarás "Por que não fiz o que quis?"
E o arrependimento virá da capa de um livro,
Lhe murmurando um jogral joliz
A alma dissecando...
E quem disse que ela existe?
O carpe diem é o que há, pois a vida é rápida
E válida
O corpo enruga enquanto ganhas dinheiro
E pensarás "Por que não fiz o que quis?"
A procura da felicidade é distorcida...
Dinheiro É Felicidade...
No entanto, sabes que não comprará a pessoa amada
Sabes, apenas, do interesse da futura mulherada...
E elas correrão atrás de ti,
Mesmo sem saber o teu nome,
Mesmo sem saber teus gostos,
Mesmo sem saber que o que procuras,
O que realmente queres,
É o sorriso de Nefertiti.
Jovanês
Vá entender a pequenina...
Tão doce e frágil,
Tão lastimável...
Envolvida numa sina de dois!
Mal sabe ela o que perde...
Mal sabe ela a trama que se desenrola....
Em torno dela, indecisões e falta de vontade...
A pobre, coitada, mal contém a ansiedade
Ah, pensa ela, que ensejo de beijar!
Mal sabe ela o selo que a vai atar;
Mal sabe ela a felicidade
E a ambiguidade do amante revolto...
Ela sabe, sim, da precocidade
Sabe, também, que é forçoso
Mas a menina não vê que,
Apesar da idade,
O amor é algo passageiro, leve e ocioso...
E beijar, nada mais é que delicioso
Contudo, uma droga infecciosa...
És, agora, maliciosa
Ó, pequena Jovanesa.
Tão doce e frágil,
Tão lastimável...
Envolvida numa sina de dois!
Mal sabe ela o que perde...
Mal sabe ela a trama que se desenrola....
Em torno dela, indecisões e falta de vontade...
A pobre, coitada, mal contém a ansiedade
Ah, pensa ela, que ensejo de beijar!
Mal sabe ela o selo que a vai atar;
Mal sabe ela a felicidade
E a ambiguidade do amante revolto...
Ela sabe, sim, da precocidade
Sabe, também, que é forçoso
Mas a menina não vê que,
Apesar da idade,
O amor é algo passageiro, leve e ocioso...
E beijar, nada mais é que delicioso
Contudo, uma droga infecciosa...
És, agora, maliciosa
Ó, pequena Jovanesa.
The Con
Podemos nos sentir puros mentirosos, pútridos, hipócritas...
Mas o somos?
Somos tão farsantes?
Somos coordenados por indecisão?
Somos feitos de que essência?
O que nos compõe?
Por que as pessoas falam "se cuida", se ainda não sabemos cuidar de nós mesmos?
A maioria das coisas não têm feito muito sentindo... embora sentir-se confuso não seja uma realidade, várias perguntas rodeiam e permeiam a mente, atravessando cada membrana mais sensível do cérebro.
Ainda parecemos farsantes?
Ainda somos falsas apostas?
Ainda dizemos que nos importamos?
Por quê?
Isso é verdade?
Onde está a veracidade?
Cobre teus olhos, não vejo tua face, tua boca solta murmúrios e as palavras se perdem...
És inconstante?
Todos somos.
Todos somos muros, impenetráveis, com nossos próprios segredos, sendo nós mesmos, sem hipocrisia, por alguns segundos.
Somos frágeis?
Suscetíveis?
Como vamos saber?
Tudo parece um enigma à ti.
Tudo é um enigma à ti. Inclusive eu.
Já me desvendaste?
Então sabes que sou farsante.
Mas o somos?
Somos tão farsantes?
Somos coordenados por indecisão?
Somos feitos de que essência?
O que nos compõe?
Por que as pessoas falam "se cuida", se ainda não sabemos cuidar de nós mesmos?
A maioria das coisas não têm feito muito sentindo... embora sentir-se confuso não seja uma realidade, várias perguntas rodeiam e permeiam a mente, atravessando cada membrana mais sensível do cérebro.
Ainda parecemos farsantes?
Ainda somos falsas apostas?
Ainda dizemos que nos importamos?
Por quê?
Isso é verdade?
Onde está a veracidade?
Cobre teus olhos, não vejo tua face, tua boca solta murmúrios e as palavras se perdem...
És inconstante?
Todos somos.
Todos somos muros, impenetráveis, com nossos próprios segredos, sendo nós mesmos, sem hipocrisia, por alguns segundos.
Somos frágeis?
Suscetíveis?
Como vamos saber?
Tudo parece um enigma à ti.
Tudo é um enigma à ti. Inclusive eu.
Já me desvendaste?
Então sabes que sou farsante.
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Qualidade de Vida X Felicidade
A felicidade vem quando menos esperamos.
Estabilidade não é mais sinônimo de felicidade; não para mim.
Olhar-se no espelho e cair na realidade pode ser chocante, mas eficaz.
Acordar, se sacudir, aproveitar... como diz na propaganda da "Mastercard", não tem preço.
É impagável a sensação de liberdade; sentir-se real e radiante, disposto(a) para mais dias, iluminados ou não.
O melhor de tudo é descobrir que não se depende mais de alguém para se sentir feliz porque, agora, você se sente real, verdadeiro, sabe que tem ossos e que não precisa de ninguém para apoiá-los, mas descobre que precisa de todos na verdade.
Integrar-se à música e ao ar, ao ambiente, e você se tornando um... isso é impagável.
Todos os sentidos reestimulados e a descoberta de novas coisas... tudo isso, num sentimento só e tudo isso passando num segundo diante de um espelho, quando um minuto atrás era-se completamente infeliz...
Isso é impagável...
A felicidade é impagável...
Não confunda qualidade de vida com ela, pois a felicidade incide de dentro, não de fora.
Somos inteiros, nunca fomos metade. É burrice esperar pela metade... espere pelo SUPLEMENTO, agarre-o e seja mais feliz ainda.
Estabilidade não é mais sinônimo de felicidade; não para mim.
Olhar-se no espelho e cair na realidade pode ser chocante, mas eficaz.
Acordar, se sacudir, aproveitar... como diz na propaganda da "Mastercard", não tem preço.
É impagável a sensação de liberdade; sentir-se real e radiante, disposto(a) para mais dias, iluminados ou não.
O melhor de tudo é descobrir que não se depende mais de alguém para se sentir feliz porque, agora, você se sente real, verdadeiro, sabe que tem ossos e que não precisa de ninguém para apoiá-los, mas descobre que precisa de todos na verdade.
Integrar-se à música e ao ar, ao ambiente, e você se tornando um... isso é impagável.
Todos os sentidos reestimulados e a descoberta de novas coisas... tudo isso, num sentimento só e tudo isso passando num segundo diante de um espelho, quando um minuto atrás era-se completamente infeliz...
Isso é impagável...
A felicidade é impagável...
Não confunda qualidade de vida com ela, pois a felicidade incide de dentro, não de fora.
Somos inteiros, nunca fomos metade. É burrice esperar pela metade... espere pelo SUPLEMENTO, agarre-o e seja mais feliz ainda.
domingo, 5 de maio de 2013
À Perdida
Não te percas, cara amiga
Hei de enviar um mapa à ti,
Hei de guia-lá até a Constelação do Cruzeiro
E de lá, há de encontrar-te.
E tocarás no amor e na esperança de algo - alguém - que há de amá-la,
Que há de completá-la...
Meu serviço?
Dar-te uma carona até lá
E sorrir, acenando, de dentro do carro alado.
Hei de enviar um mapa à ti,
Hei de guia-lá até a Constelação do Cruzeiro
E de lá, há de encontrar-te.
E tocarás no amor e na esperança de algo - alguém - que há de amá-la,
Que há de completá-la...
Meu serviço?
Dar-te uma carona até lá
E sorrir, acenando, de dentro do carro alado.
Trova à Tristeza
Pessoas choram, sofrem por amores intocáveis; perdidos.
Pessoas choram, sofrem por perderem lembranças gostosas.
Pessoas choram, sofrem por não poderem ser livres.
Pessoas choram, sofrem por gosto de se lamentar...
Pessoas não enxergam que já é passada a hora de saltar fora;
Pessoas não aceitam que já não são mais amadas e insistem em investir seu amor num passado já longínquo para o outro;
Pessoas choram, sofrem por gosto de se lamentar.
Tristeza é confortável...
Alegria é exigente.
Tristeza é um berço de lágrimas acolhedoras...
Felicidade não exige nada.
Tristeza dá dor de cabeça...
Alegria cansa o maxilar de tantos sorrisos.
Tristeza é capricho
E a Felicidade desmazelo.
Prezarei pela bagunça.
Pessoas choram, sofrem por perderem lembranças gostosas.
Pessoas choram, sofrem por não poderem ser livres.
Pessoas choram, sofrem por gosto de se lamentar...
Pessoas não enxergam que já é passada a hora de saltar fora;
Pessoas não aceitam que já não são mais amadas e insistem em investir seu amor num passado já longínquo para o outro;
Pessoas choram, sofrem por gosto de se lamentar.
Tristeza é confortável...
Alegria é exigente.
Tristeza é um berço de lágrimas acolhedoras...
Felicidade não exige nada.
Tristeza dá dor de cabeça...
Alegria cansa o maxilar de tantos sorrisos.
Tristeza é capricho
E a Felicidade desmazelo.
Prezarei pela bagunça.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Súplicas
O tempo desfavorável
E o encontro cada vez mais raro...
Bocas a se abrirem em canto lastimável
E a se unirem no arroubo púrpuro!
Que triste façanha!
Afastar-se da cama,
Que triste, que lamentável!
Chorar pencas e penas
Por uma hora memorável...
Envolve-me.
E faz do meu corpo cama.
E o encontro cada vez mais raro...
Bocas a se abrirem em canto lastimável
E a se unirem no arroubo púrpuro!
Que triste façanha!
Afastar-se da cama,
Que triste, que lamentável!
Chorar pencas e penas
Por uma hora memorável...
Envolve-me.
E faz do meu corpo cama.
quarta-feira, 20 de março de 2013
Holocausto Semanal
E o processo se repete sempre, todo dia, a toda hora... Segunda, terça, quarta e mais um dia sem te ver; sexta e sábado, um delírio, um suspiro! E domingo se repete o holocausto dos amores.
Aos Poetas
Até ontem pensava que para escrever era necessária vocação, mas hoje vejo que falta emoção.
E nessa falta, o que vemos são palavras insossas e insípidas, vendendo milhões em cada esquina.
As coisas perderam sua musicalidade para ficarem no ritmo "ta-ta-ta".
Potência de 3
Precisamos ser corteses, manter nossa postura, realizar o diálogo com nitidez, clareza, perfeita dicção e sem palavrão.
Precisamos ser cultos, letrados, "culturados", mesmo num país tão desapegado.
Precisamos de carisma e erudição, disfarçar com perfeição todos os erros dessa bipolar obra prima, chega a me dar até um aneurisma.
Preciso terminar! A cabeça dói, explode!, e os olhos me saltam das órbitas. Ser perfeitamente corretos, polidos, é o que nos mandam ser.
Políticos, belos, esguios.
Nos mandam ser o produto do 1° mundo quando estamos no subúrbio do 3°, numa potência de 5°, multiplicados pelo rude e criados por um distúrbio.
sexta-feira, 8 de março de 2013
De acordo?
Nos afastamos. E sabemos o real motivo de termos feito isso?
Fomos apenas imaturas? Frutos de uma indisposição adolescente?
Nossa amizade era completa e cheirava bem, e tinha um gosto bom, e andava bem e... E?
E aí que nossos caminhos se ramificaram e nos perdemos uma da outra.
As indiretas na caixa postal, tuas, não sei se são para mim, mas ao lê-las, leio-as como se fossem.
Abro, aqui, mão desse meu orgulho careta para, tentar, reatar aquela semente fértil que um dia foi a nossa amizade.
De acordo?
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Ditados (Im)Populares
Dizem que "quem canta, seus males espanta!".
Estou em posição de discordar. Diria: "Quem escreve, seus demônios esquece!".
A Busca pelo Bom
Às vezes temos tanto a dizer, de uma forma tão intensa e despojada, que nos é impossível falar;
Às vezes somos estúpidos, agimos tão grosseiramente, mas queríamos apenas um pouco de atenção e carinho... Somos rudes e ignoramos pessoas, passamos reto, fingimos não conhecer, lhe desejamos o mal e até mesmo a sua morte...
Por que tanto ódio?
Meus amigos, o ódio é humano e nós SOMOS HUMANOS!
Há pessoas tentando se purificar... isso é louvável e mais ainda: extremamente admirável, mas, sejamos francos, isso realmente muda o que somos por dentro? Mostrar sermos pessoas boas, evitarmos xingamentos, maus pensamentos, más palavras, más impressões, isso nos torna melhores?
Nos torna diferentes?
Seres elevados?
Isso tudo é duvidoso, mas não há jeito: uma vez corrompidos pelo mundo, não retornamos a ter aquele coração puro de um animalzinho indefeso... Aliás, somos animais indefesos por tão pouco tempo que já podemos nos considerar seres "corrompidos" antes mesmo do nascimento!
Entretanto, isso não muda o fato de que podemos ser bons, de que podemos ser melhores, superiores ao nosso ego!
"Bondade" não é uma obrigação. Não se faz só por "status" ou pela religião, não! "Bondade" é um estado de espírito, ou mais ainda, uma forma de viver.
Procuremos o bem. Se não o nosso, pelo menos o de quem amamos.
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